Casa do
Hip Hop
Cultura, quebrada e oportunidade há mais de 20 anos. Este é o manual que une a marca mãe e todos os projetos que nascem debaixo do seu guarda-chuva: Casarão, Ladeira, Rádio Paulicéia, Horta Comunitária, Bora pro Trampo, A Cidade Que Queremos e o que vier a seguir.
Essência da marca
A Casa do Hip Hop não é uma ONG que usa estética de rua pra parecer autêntica. Ela é a rua, organizada. A marca precisa carregar as duas coisas ao mesmo tempo: a força e a estética do hip hop de quebrada (grafite, textura, contraste, atitude) e a solidez de uma instituição de 20+ anos que presta contas, forma gente e é reconhecida pelo poder público. Premium não é "polido". É inegociável, é feito com capricho, é respeitado.
Transformar a vida de crianças, adolescentes e jovens de Piracicaba através da cultura, usada como ferramenta de formação, não como entretenimento passageiro.
Nascida em 2001 pelas mãos de Bira, que recuperou um centro comunitário abandonado na Pauliceia. Virou associação em 2007. A marca carrega essa origem de baixo pra cima, nunca de cima pra baixo.
Três quilombos na cidade (Casa do Hip Hop, Casarão e Ladeira) mais um conjunto de projetos temáticos que atendem 350+ jovens por mês.
- Direta, sem enrolação: fala como quem tá na quebrada, não como quem observa de fora.
- Orgulhosa da própria história, mesmo nas partes difíceis.
- Séria com números e resultados. Transparência não é slogan.
- Visualmente crua no jeito certo: grafite, preto, vermelho, foto documental P&B.
- Não é uma marca "inspirada em" hip hop: ela é feita por quem vive o hip hop.
- Não infantiliza o público nem os jovens atendidos.
- Não usa clichês corporativos de "impacto social" e "propósito".
- Não estiliza a pobreza. Mostra dignidade, não miséria.
Tom de voz
Toda comunicação (site, social, flyer, ofício) fala com a mesma voz: a de quem constrói a coisa junto, não de quem anuncia de cima. Frases curtas e diretas. Números reais em vez de adjetivos vagos. Orgulho sem exagero.
"Estamos muito felizes em anunciar mais uma iniciativa transformadora que impacta positivamente a comunidade!"
"350 jovens por mês. 3 quilombos na cidade. 20 anos disso. A Casa do Hip Hop forma quebrada."
Emojis em excesso, hashtags genéricas, chamadas do tipo "clique aqui" ou "não perca essa oportunidade única".
Verbos de ação direta: forma, constrói, ocupa, resiste. Uma chamada clara por post: "Ver oficinas abertas", "Fazer uma doação".
Quebrada, quilombo (pra cada núcleo territorial), a Casa, coletivo, oficina. Nunca "curso" ou "aula" isolados de contexto comunitário.
Primeira pessoa do plural o tempo todo: "a gente", "nós fazemos". Nunca a marca fala de si na terceira pessoa distante.
Frases curtas. Parágrafos de no máximo 3 linhas. Números sempre em algarismo, nunca por extenso: reforça o peso do dado.
Logotipo
O símbolo reúne três elementos que não se separam: o selo circular "Casa de Cultura Hip Hop", o wordmark grafitado em vermelho e as duas silhuetas de b.boy/pichador. Existem duas versões oficiais de cor: escolha pela superfície, nunca pelo gosto.



A área de respiro mínima ao redor do logo equivale à altura da letra "C" do selo circular, medida a partir da borda mais externa do símbolo (silhuetas incluídas). Nenhum texto, borda ou outro elemento gráfico pode invadir essa área.
Tamanho mínimo: 28px de altura em tela, 10mm em impresso. Abaixo disso o selo circular perde legibilidade, então prefira cortar pro wordmark isolado antes de reduzir mais.
Esticar ou distorcer proporção
Rotacionar ou inclinar
Recolorir fora da paleta oficial
Adicionar sombra, brilho ou contorno extraPaleta de cores
Sete cores, duas famílias: neutros que carregam peso (preto, papel, cinzas) e um vermelho que nunca é decorativo. É sempre o ponto de atenção, a assinatura, o "isso aqui importa".
O vermelho é a cor mais rara e por isso a mais valiosa da paleta. Se tudo grita, nada grita. Cinzas nunca competem com o vermelho pela atenção.
Tipografia
Três famílias, três papéis fixos. Nunca trocar uma pela outra por preferência estética: cada uma existe pra resolver um problema de hierarquia específico, e é o que unifica a marca mãe e todas as submarcas.
não espera
Sempre em caixa alta, sempre condensada e pesada. Usada em títulos (H1/H2), estatísticas de impacto e qualquer wordmark de submarca. Nunca em corpo de texto ou parágrafos longos: cansa a leitura.
A Casa do Hip Hop forma e transforma jovens de Piracicaba através de oficinas gratuitas, cultura e comunidade. Esta é a fonte de leitura: legível em qualquer tamanho, sem personalidade de sobra pra não competir com a Anton.
Sempre caixa alta, tracking aberto (0.08–0.18em). É a voz "de sistema" da marca: categoriza, rotula, cronometra. Reforça o lado técnico/institucional que equilibra a crueza do grafite.
64–96px
Anton · caixa alta · 1 por página
32–48px
Anton · início de seção
16–18px
Manrope · leading 1.5–1.65
Fotografia
Documental, nunca stock. Preto e branco de alto contraste, grão visível, luz dura: a estética de quem fotografa a própria quebrada, não de quem observa de fora com filtro. Cor só entra através da marca (vermelho aplicado em overlay/CTA), nunca na foto em si.



- Fotografar pessoas de verdade fazendo a atividade real, sem pose de banco de imagens.
- Preto e branco com contraste alto, sombras marcadas.
- Grafite, mural e arquitetura da própria Casa como cenário.
- Fotos coloridas "genéricas de ONG", sorriso forçado, luz estourada.
- Filtros de Instagram vintage (sépia, vinheta pesada).
- Still de objetos sem gente: a marca é sobre pessoas.
- Grayscale + leve aumento de contraste (~110%) na pós-produção.
- Overlay de gradiente preto na base para legendas/CTAs sobre a foto.
- Nunca aplicar duotone vermelho direto na foto: o vermelho vem da UI, não da imagem.
Arquitetura de marca
A Casa do Hip Hop é a marca mãe: endossante, sempre presente. Cada projeto que nasce debaixo do guarda-chuva ganha liberdade criativa própria (cor, ícone, personagem), mas nunca liberdade tipográfica: todos falam a língua visual da Anton + Space Mono e carregam, em algum ponto da peça, o selo da Casa.
(quilombo)
(quilombo)
Casarão e Ladeira são casas, não programas. São endereços físicos com grade própria de atividades, e por isso herdam o tratamento gráfico mais próximo da marca mãe: mesmo wordmark grafitado vermelho/preto, rótulo "PROJETO" acima do nome, mesma tagline institucional "ARTE · CULTURA · ESPORTE · CIDADANIA" e o selo da Casa do Hip Hop sempre visível no canto.
Rádio Paulicéia, Bora pro Trampo, Horta Comunitária, A Cidade Que Queremos e afins ganham cor e mascote/ícone próprios. A Rádio tem seu robô-DJ, a Horta é verde com traço de marcador, A Cidade Que Queremos rompe pro pop-art colorido de skyline. A única exigência: o wordmark segue a mesma lógica de letreiro grafitado e o selo da Casa aparece em aplicações institucionais (site, ofícios, relatórios), não necessariamente em toda peça de rua/social.






- O wordmark é sempre grafitado, à mão ou com fonte que simule spray/marcador. Nunca uma fonte geométrica genérica.
- Preto e vermelho são o ponto de partida padrão. Só se afasta da paleta (como Horta e Cidade Que Queremos) quando há uma razão de conteúdo clara e aprovada, não por preferência estética pontual.
- Toda submarca institucional (aparece em contrato, relatório, ofício, rodapé do site) carrega o selo circular da Casa do Hip Hop em algum canto, tamanho mínimo 10% da largura da peça.
- Peças de rua/social podem soltar o selo se o contexto já deixa claro que é um projeto da Casa (ex: post feito a partir do perfil oficial).
- Tipografia de suporte (textos, legendas, dados) é sempre Manrope + Space Mono: isso é o que garante que 8 submarcas pareçam uma família, não 8 marcas soltas.
Aplicações
Exemplos de como o sistema se comporta em peças reais: social, papelaria, material de rua e merch. Base fixa: fundo preto ou papel, foto documental P&B, vermelho só no ponto de atenção.
Breaking
toda quinta

casadeculturahiphop@gmail.com · (19) 99198-8822
Rádio
Paulicéia

Fundo preto como padrão institucional. Logo claro, hierarquia Anton (nome) + Space Mono (cargo/contato).
Foto documental de fundo + gradiente preto na base + 1 eyebrow + 1 título Anton + 1 linha de rodapé mono. Nunca mais que isso num post.
Logo isolado, sem fundo decorado: a peça física já é o cenário. Priorizar a versão clara sobre tecido escuro.
